
Uma mulher brasileira, na casa dos 30 anos, foi presa em Seul, na Coreia do Sul, sob suspeita de perseguir o cantor Jeon Jung-kook, integrante do grupo de K-pop BTS, conforme confirmado pela polícia local e por veículos de imprensa internacionais.
O caso ocorreu no dia 4 de janeiro de 2026, quando a suspeita foi detida próximo à residência de Jungkook, no distrito de Yongsan, na capital sul-coreana. Ela foi apreendida por violação da Lei de Combate ao Stalking, que pune o comportamento de perseguição e assédio repetido.
Segundo as autoridades, a brasileira teria causado transtornos na frente da casa do artista, incluindo o lançamento de cartas, a colocação de fotografias nas grades do imóvel e a escrita de mensagens em suas proximidades.
O episódio mais recente não foi isolado. Documentos policiais indicam que ela já havia visitado a residência de Jungkook em dezembro de 2025, sendo detida anteriormente por invasão de propriedade e retornando ao local em pelo menos duas outras ocasiões — o que motivou ações legais mais rigorosas.
Em resposta às repetidas abordagens, a equipe de Jungkook solicitou formalmente à polícia sul-coreana a expedição de uma ordem de restrição contra a brasileira, proibindo qualquer aproximação futura do artista e de sua residência.
Até o momento, a identidade da acusada não foi divulgada publicamente, e as autoridades seguem investigando o caso para esclarecer a sequência de incidentes.
Casos de perseguição a artistas, especialmente em cenários de fandom intenso como o do BTS, são tratados com seriedade pelas autoridades coreanas. A situação ressalta a importância de se equilibrar a admiração pública com o respeito à privacidade e à segurança dos artistas.
O episódio ocorre num momento em que o BTS tem planos de retorno às atividades musicais em 2026, com o lançamento de um novo álbum após uma pausa de quase quatro anos, o que trouxe ainda mais atenção internacional ao caso.
