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SUS está preparado para detecção precoce da mpox; Brasil registra 47 casos sem mortes em 2026

O Ministério da Saúde informou que o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para identificar precocemente casos de mpox no país. Segundo a pasta, o Brasil contabiliza 47 infecções confirmadas em 2026, com predominância de quadros leves e moderados e sem registro de óbitos até o momento.

A avaliação do governo ocorre em meio ao monitoramento contínuo da doença e ao fortalecimento das estratégias de vigilância epidemiológica. A mpox — anteriormente conhecida como varíola dos macacos — segue sob acompanhamento das autoridades sanitárias, mas o cenário atual é considerado controlado.

Situação da mpox no Brasil em 2026

De acordo com o Ministério da Saúde:

  • 47 casos confirmados neste ano

  • Predomínio de quadros leves e moderados

  • Nenhuma morte registrada

  • Vigilância ativa em todo o território nacional

O estado de São Paulo concentra a maior parte das notificações, seguido por outras unidades federativas com registros pontuais.

Especialistas avaliam que o perfil clínico observado até agora indica menor gravidade na maioria dos pacientes, embora a vigilância permaneça elevada.

Por que o SUS é considerado preparado

Segundo a pasta, o SUS dispõe atualmente de:

  • rede laboratorial capaz de confirmar casos rapidamente;

  • protocolos clínicos padronizados;

  • monitoramento de contatos;

  • comunicação ativa com estados e municípios.

O objetivo principal é interromper cadeias de transmissão e evitar avanço da doença no país.

Autoridades reforçam que a experiência adquirida durante o surto global recente ajudou a estruturar melhor a resposta brasileira.

A mpox ganhou projeção mundial após o surto iniciado em 2022, quando a Organização Mundial da Saúde declarou emergência sanitária internacional. O episódio marcou a disseminação mais ampla da doença fora da África, região onde o vírus é endêmico.

Atualmente, a OMS acompanha o surgimento de variantes e mantém recomendações de vigilância, embora muitos países registrem queda de casos em relação ao pico da crise.

O que é mpox e como ocorre a transmissão

A mpox é uma doença viral zoonótica causada pelo vírus MPXV. A transmissão ocorre principalmente por:

  • contato próximo com pessoa infectada;

  • contato com lesões de pele ou fluidos corporais;

  • compartilhamento de objetos contaminados.

Os sintomas costumam aparecer entre 3 e 21 dias após a exposição e incluem febre, erupções cutâneas, ínguas e dores no corpo.

Na maioria dos casos recentes no Brasil, a evolução tem sido benigna.

O Ministério da Saúde afirma que, diante do baixo número de casos graves e da ausência de mortes em 2026, não há indicação de emergência sanitária no país. Ainda assim, a recomendação é manter atenção a sintomas e buscar atendimento em caso de suspeita.

Especialistas ressaltam que a resposta rápida do sistema de saúde é fundamental para manter o cenário sob controle.

A tendência para os próximos meses dependerá de fatores como:

  • detecção precoce de novos casos;

  • adesão às orientações de prevenção;

  • vigilância sobre possíveis variantes.

O governo federal afirma que seguirá monitorando a situação em tempo real e poderá ajustar estratégias caso o quadro epidemiológico mude.

O Brasil registra poucos casos de mpox em 2026 e sem mortes, enquanto o SUS mantém estrutura considerada adequada para diagnóstico e resposta rápida — cenário que, por ora, indica controle da doença no país.

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