
Na manhã de 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos lançaram uma operação militar surpresa na Venezuela, que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, segundo confirmações oficiais americanas. A ação contou com ataques aéreos e incursões conduzidas por forças especiais dos EUA em território venezuelano, incluindo Caracas.
O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que a operação foi bem-sucedida, comparando-a com a captura do general panamenho Manuel Noriega em 1989. Trump afirmou que nenhum soldado americano foi morto na missão e que Maduro está sendo transportado para os Estados Unidos para enfrentar acusações criminais.
Segundo autoridades americanas:
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Maduro e a cúpula do seu governo foram acusados de narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e conspiração para importar cocaína para os Estados Unidos.
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O Departamento de Justiça em Nova York já havia emitido acusações formais contra Maduro e vários membros do seu círculo por esses crimes.
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Nos últimos anos, os EUA haviam aumentado gradualmente as recompensas por informações que levassem à captura de Maduro, chegando a US$ 50 milhões em agosto de 2025.
As autoridades americanas afirmam que Maduro liderou e facilitou grandes redes de tráfico — inclusive vinculadas ao chamado Cartel dos Soles — e que sua captura era essencial para levar à justiça os responsáveis por essas operações transnacionais.
Como foi a Ação
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A operação começou com ataques aéreos e explosões em Caracas e outras regiões, causando pânico entre a população civil.
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Forças especiais dos EUA, incluindo unidades de Operações Especiais (Delta Force), teriam capturado Maduro e sua esposa em um complexo militar no centro da capital.
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Imagens circulando nas redes sociais alegam mostrar Maduro ao lado de forças americanas, embora a autenticidade ainda esteja sendo verificada.
